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Prejuízo de bares e restaurantes de Goiânia é de R$ 20 milhões, diz Sindbares


Representante do setor fala em milhares de demissões e prejuízos de R$ 20 milhões e aposta na vacinação para retomada econômica

O setor de bares, restaurantes, e eventos acumula um prejuízo de mais de R$ 20 milhões só em Goiânia. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares de Goiânia (Sindbares), Newton Pereira. O dirigente afirmou que nem o carnaval melhora as perspectivas dos empresários do setor.

“Só o Carnaval dos Amigos reuniu mais de 130 mil pessoas nas ruas. Foi a maior festa popular da cidade. Desde março do ano passado, quando a pandemia chegou, tivemos cancelamentos de inúmeros eventos. Feiras, congressos, casamentos. Tudo isso, juntando com as paralisações, gerou um prejuízo de mais de R$ 20 milhões”, disse o presidente

Perguntado sobre a perspectiva do setor com a chegada do carnaval, Newton ressaltou que espera que a vacinação avance no estado para que as medidas de flexibilização voltem a ser adotadas.
“A melhor perspectiva é a chegada de mais doses”, pontuou Newton. “Essa é a maior alegria que podemos comemorar no carnaval. Só com a vacina nós retornaremos ao novo normal que vai chegar. Nossa esperança é que a campanha de vacinação cresça rapidamente. Quanto mais rápido a população for vacinada, mais cedo retornaremos”.

Impacto da Lei Seca na capital
O dirigente ressaltou que a instituição da Lei Seca no município será responsável por milhares de demissões no setor nas próximas semanas. Ele afirmou ainda que a medida foi um equívoco e que os bares e restaurantes não são responsáveis pelo aumento do número de casos de Covid-19

“O seguimento vinha experimentando uma reação interessante do mercado quando o prefeito Íris Rezende (MDB) flexibilizou. Nós fizemos quase 6 mil contratações nos últimos 45 dias. Todas elas estão em contrato de experiência e foram contratadas para o período noturno. Essas pessoas devem ser demitidas na próxima semana, caso o prefeito não reveja essa decisão com urgência. Tínhamos outras 500 vagas disponíveis, mas elas também foram cortadas”.

“Os bares e restaurantes não são responsáveis pelo aumento do número de casos da doença”, continua. “Esse vírus não tem horário nem local para pegar. Prova disso é que, quando começamos a retornar, em julho, o número de casos e de leitos ocupados diminuiu”.

Por fim, Newton ressaltou que o causou o aumento no número de casos foram as eleições municipais e as festas de fim de ano. Ele afirmou que o setor continuará a dialogar com o poder público para garantir a flexibilização do horário e da quantidade de pessoas nos estabelecimentos.

“Nós esperamos ter as portas abertas para conversar com o prefeito. Temos várias outras questões que impactam muito mais a proliferação, como as eleições municipais, as festas de fim de ano, o transporte coletivo, festas clandestinas e tantas outras. Nosso seguimento não aguenta mais pagar essa conta sozinho”.

Fonte: Mais Goiás


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