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Menino devolve celular perdido e pede emprego como recompensa

Caso aconteceu em Goiânia e emocionou a internet. Publicação já tem 5.100 reações no Facebook

O último viral que contagiou as redes sociais é um razão para acreditar na boa fé das pessoas.

Nikolas Soares Valério, de 29 anos, pediu um Uber para voltar para casa após uma festa em Goiânia. Dono de dois celulares, o analista de redes derrubou um de seus aparelhos no chão, ao tirar o outro do bolso, sem perceber.

“Pedi para bloquear o aparelho e, à distância, configurei uma mensagem recuperação, para que a pessoa que o encontrasse entrasse em contato comigo”, afirma Nikolas ao #VirouViral.

Desesperançoso, o rapaz conta que pensou que nunca mais veria o celular perdido. Mas teve uma grata surpresa.

Quem encontrou o aparelho na calçada foi Pablo Júnior Oliveira de Paula, adolescente de 17 anos. No dia seguinte, ligou para devolvê-lo.

Feliz, o dono do celular foi até a casa de Pablo para buscar o aparelho. “Vi que ele é uma pessoa de condições humildes e fiz questão de dar uma quantia em dinheiro para ele como forma de agradecimento. Ofereci 200 reais, mas ele não queria receber. O que ele queria mesmo era um emprego”, afirma.

Conversa vai, conversa vem, o menino de 17 anos perguntou a Nikolas qual era a sua profissão e lhe pediu uma oportunidade. O rapaz, surpreso com o pedido, publicou o currículo de Pablo em seu Facebook. “Foi quando a história tomou a proporção atual”, afirma.

Entrevistas de emprego

Depois da publicação, Nikolas conta que viu os resultados. “Achei que um ou outro amigo iria comentar e compartilhar, mas perdi as contas de quantos compartilhamentos e curtidas existem. Só de requisição de amizade foram mais de 800”, afirma abismado.

Até o momento, foram mais de 5.100 reações, 1.300 compartilhamentos e 600 comentários no post com o currículo de Pablo.

“Recebi tantas propostas de emprego que o Nikolas está me ajudando a selecionar quais são mais legais”, diz Pablo, orgulhoso.

“Eu sempre me inspiro na minha mãe. Ela me ensinou que o que não é meu deve ser devolvido. Quando estava olhando para o chão e vi aquele celular caro, não pensei duas vezes. Esperei dar a mensagem de bloqueado e entrei em contato com o dono. Para mim, isso é uma coisa normal”, afirma Pablo.

Além da amizade que se criou, Pablo tem mais um motivo para sorrir: uma entrevista de emprego marcada para amanhã com o dono de uma sorveteria de Goiânia.

Fonte:veja.abril.com.b

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