Diego Maradona morre aos 60 anos, após parada cardiorrespiratória


Maior ídolo do futebol argentino, que se recuperava de cirurgia no cérebro, não resiste a mal súbito

Diego Armando Maradona morreu nesta quarta-feira, aos 60 anos, após uma parada cardiorrespiratória. Um dos grandes da história do esporte e maior ídolo do futebol argentino, o astro sofreu o mal súbito no fim da manhã, quando ambulâncias foram chamadas à sua casa, onde se recuperava de uma cirurgia no cérebro. O ex-jogador, porém, não resistiu, tendo sua morte confirmada pela imprensa argentina e pela TV pública do país no começo da tarde.

Como é marcar o melhor do mundo? Hoje em dia, defensores sofrem muito com o argentino Messi, craque do Barcelona, mas em 1989, quem teve a missão foi o jovem zagueiro Wladimir, do Goiás.

A imagem acima retrata um momento de um jogo – treino entre a Argentina e o time júnior do Goiás (hoje sub – 20) em dos campos da Serrinha. A seleção comandada por Maradona, então melhor do mundo, se preparava para a Copa América, que tevê Goiânia como uma das sedes na primeira fase.

“Esse foi um momento único. Em 1989 eu era do time júnior e fizemos esse jogo – treino com a Argentina. Estávamos ganhando por 1 a 0 e eles empataram. Era um time com muitos craques, como o Maradona, que naquela época era o melhor jogador do mundo, e o próprio Caniggia”, lembrou Wladimir.

Além da dupla Maradona e Caniggia, a Argentina, que três anos antes havia conquistado a Copa do Mundo no México, tinha outros nomes emblemáticos, como o goleiro Pumpido, os defensores Brown, Sensini e Ruggeri, além dos meio – campistas Basualdo e Burruchaga. Carlos Bilardo era o técnico. Se Don Diego era marrento? Nada disso. “Não era marrento. Tiramos umas fotos com ele depois do treino. Era um cara tranquilo, apesar do momento dele naquele ano ser maravilhoso. Tratou a gente bem e não teve marra.

Depois conversou conosco e parabenizou a nossa equipe, porque vários jogadores subiram para o time profissional, como eu, Kléber, Márcio Adhemir, Marcelo Batista, Luizinho e o Túlio”, destacou o ex – zagueiro. Não só de tietagem foi marcado o momento ao lado de Maradona. Wladimir lembra que o volante Adhemir, que depois também jogaria no profissional do Goiás, deu muito trabalho ao super craque argentino. “Foi o Adhemir, que deu dois ou três lençóis no Maradona”, concluiu Wladimir, que hoje é técnico de futebol e já comandou Goiás, Atlético e Vila Nova.

Copa América 89

Na primeira fase da competição, a sede em Goiânia recebeu as seleções da Argentina, Uruguai, Chile, Bolívia e Equador. Enquanto em Salvador e Recife, jogaram Brasil, Paraguai, Colômbia, Peru e Venezuela.

A Copa América 89 foi vencida pelo Brasil, no Maracanã. O jogo final foi contra o Uruguai, vitória brasileira por 1 a 0, gol de Romário, mas antes, já que era um quadrangular final, os comandados de Sebastião Lazaroni também venceram Argentina e Paraguai.

Fonte: Sagres Online. https://sagresonline.com.br/como-e-marcar-o-melhor-do-mundo-wladimir-araujo-lembra-encontro-com-maradona/ .


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